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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Aprimorando a técnica nas oficinas de dança do Bento em Dança

Refletir e trocar idéias sobre os entendimentos do corpo, de conceitos, de diálogos e de fronteiras artísticas. Um intercâmbio entre técnica e tecnologia, (des)estruturando conceitos, definições, diálogos e fronteiras artísticas, são os principais objetivos das oficinas de dança que acontecem ao longo do Bento em Dança.

Com um corpo de professores renomados na área da dança, os alunos querem atualizar e trocar informações. Abaixo a programação das oficinas:

OFICINAS DA FASE A – DIAS 11- 12 E 13

Professores

Gêneros

CRISTINA CARÁ (SP)

JAZZ

RALPH WILLIAM (SP)

STREET INTERMEDIÁRIO E STREET AVANÇADO

LAVÍNIA BIZZOTTO (RJ)

CONTEMPORÂNEO

MOACIR CORREA (RS)

DANÇA MODERNA

Mª ANGÉLICA FIORANI (RJ)

BALLET INTERMEDIÁRIO

ANA SILVÉRIO (RJ)

BALLET INFANTIL

SYLVIO LEMGRUBER (RJ)

DANÇA MIX

Sala

Horário (dias 11, 12 e 13 de outubro)

1

8:30 – 10:00

Cristina Cará (SP)

Jazz

10:30 – 12:00

Ralph William (SP)

Street Avançado

12:30 – 14:00

Lavínia Bizzottto

(RJ)

Contemporâneo

13:30 – 16:00

Ralph William

(SP)

Street Intermediário

2

Moacir Correa

(RS)

Dança Moderna

Ma. Angélica Fiorani

(RJ)

Ballet Intermediário

Ana Silvério

(RJ)

Ballet Infantil

Sylvio Lemgruber

(RJ)

Dança Mix

OFICINAS FASE B: (DIAS 14, 15 e 16)

Professores

Gêneros

LAVINIA BIZZOTTO (RJ)

CONTEMPORÂNEO

BIA MATTAR (SC)

SAPATEADO

GUILHERME ABILHOA (SC)

DANÇA DE SALÃO

CARMEN HOFMANN (RS)

DANÇAS POPULARES

GRACIELA PIEDRA (ARGENTINA)

BALLET INTERMEDIÁRIO

TÍNDARO SILVANO (MG)

BALLET AVANÇADO

Ma. ANGÉLICA FIORANI (RJ)

TÉCNICA DE PONTAS

ANA SILVÉRIO (RJ)

BALLET INFANTIL



Sala

Horário (dias 14, 15 e 16 de outubro)

1

8:30 – 10:00

Lavínia Bizzottto

(RJ)

Contemporâneo

10:30 – 12:00

Bia Mattar (SC)

Sapateado

12:30 – 14:00

Guilherme Abilhoa (SC)

Dança de Salão

13:30 – 16:00

Carmen Hofmann (RS)

Danças Populares

2

Graciela Piedra

(Argentina)

Ballet Intermediário

Tíndaro Silvadno (MG)

Ballet Avançado

Ma. Angélica Fiorani (RJ)

Técnica de Pontas

Ana Silvério

(RJ)

Ballet Infantil

Serviço:

Bento em Dança 2008

www.bento-em-danca.com.br

Local: Pavilhão E da Fenavinho – Bento Gonçalves

Telefone: 54.3455.6721

Período: 10 a 18 de outubro de 2008

Mercatus Imprensa e Eventos
Rozangela Allves -

54- 3286.0621

www.mercatuscomunicacao.com.br

roallves@mercatuscomunicacao.com.br

Mostra Aberta: a democracia da dança



Primeiras apresentações foram de total sucesso, presenteando o Dia das Crianças

O palco da Mostra Aberta, instalado dentro do Shopping Center Bento Gonçalves, é uma forma que os organizadores encontraram para democratizar a dança. Assim, todas as pessoas, independente das classes sociais, têm acesso à cultura.

A coordenadora do evento, Erci Grapiglia, apontou que "para nós é muito importante que as pessoas possam ter acesso a este tipo de espetáculo, que enche os olhos e o coração de alegria". Neste sistema não existe escolha nem concursos; as escolas e os bailarinos é que definem se querem ou não se apresentar. É de forma espontânea que cada um se apresenta.

No domingo, 12, a Mostra Aberta contou com a participação de 11 grupos, que apresentaram 19 coreografias. A Mostra encantou as centenas de pessoas que estavam assistindo às apresentações, que foram se encaixando nos espaços restantes nos andares do Shoppping. As crianças bento- gonçalvenses ganharam de presente neste Dia da Criança um espetáculo de dança oriundo de diversas cidades do Rio Grande do Sul e de outros estados brasileiros, bem como vindos do exterior.

Os grupos que se apresentaram no domingo foram: Lampert Centro de Dança e STJ em Dança, de Santana do Livramento (RS), Ritmos, de Lages (SC), Bronx Company e Studio de Dança Haks Shark, de Bento Gonçalves (RS), Lúcia Peixoto, de Bagé (RS), Escola de Dança Alessandra Espíndola, de Lajeado (RS), Ritmos Cia de Dança e Cia Gênesis Dança/Teatro, de Rio Grande (RS), Escola Educar-se, de Santa Cruz do Sul (RS), e Reper Dance Co., da Argentina.

A Mostra Aberta acontece das 16h30min às 17h30min, do dia 11 ao dia 17 de outubro, no Shopping Bento Gonçalves. O acesso é gratuito.

O evento conta com o patrocínio de Petrobrás, Lei de Incentivo à Cultura Rouanet, Governo Federal; Bradesco; Carraro Móveis, Criare Móveis Planejados. Apoiadores: Sesi, Shopping Center Bento Gonçalves; Centro Integrado de Artes; Escola Estadual Mestre Santa Bárbara; Clube Aliança, Ginásio Municipal de Esporte, Prefeitura Municipal, Móveis Bentec, Hotel Dall'Onder, Hotel Vinocap, Arte Impressora, Pirâmide Empreendimentos Imobiliários, Supermercados Apolo.

Serviço:

Bento em Dança 2008

www.bento-em-danca.com.br

Local: Pavilhão E da Fenavinho – Bento Gonçalves

Telefone: 54.3455.6721

Período: 10 a 18 de outubro de 2008

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roallves@mercatuscomunicacao.com.br

Bento já está em dança



Emoção e flores na noite de abertura do 16º Bento em Dança

Com expectativa de público acima do esperado, a noite da última sexta feira, 10, agitou Bento Gonçalves, durante a abertura da 16ª edição do Bento em Dança, contando com um espetáculo jamais visto na consagrada história do Festival.

O evento deu o passo inicial deste ano com apresentações das mais diversas, criando um mosaico da dança popular, clássica e contemporânea, através de participações de bailarinos e companhias premiados nacional e internacionalmente, provenientes de diferentes estados brasileiros.

O Ballet Clássico de Repertório foi apresentado em grande estilo pelos bailarinos Liliane Batistucci e Bruno Veloso, com o Grand Pas des Deux Diana e Acteon. Medalhistas do Seminário Internacional de Dança de Brasília e 1o lugar no Encontro Nacional de Danças, a dupla faz parte do Espaço de Danças e Artes Paulistas de São Paulo (SP).

Com direção geral de Patrícia Avellar Zol e coreografia de Tíndaro Silvano, o Ballet Jovem Palácio das Artes, de Minas Gerais, trouxe o espetáculo "Impromptu", um improviso aparente e sincronizado cujo resultado deixou o público exultante.

Na seqüência, a bailarina carioca Lavínia Bizzotto apresentou o solo "Na Dobra do Tempo", desafiando as inquietações artísticas da coreógrafa Juliana Moraes. O auge da contemporaneidade, representada em dança, som, silêncio, emoção e sensibilidade, levou o público presente a repensar a dança através de contrastes: dança com ausência de movimento, ritmo com ausência de som, luz em plena escuridão.

A dança de salão foi mais uma vez representada em alto estilo pela Kirinus Cia de Dança, de Florianópolis (SC), com o espetáculo "Sensações". O grupo, formado por onze dançarinos, tem a sua frente o coreógrafo Luiz Kirinus, que trouxe um pouco da dança de salão em ritmos nacionais e internacionais.

O grupo gaúcho Tablado Andaluz Caxias do Sul Cia de Dança e Música Flamenca apresentou o espetáculo "Astúrias", com direção e coreografia de Gisele Domit. Foi um verdadeiro show da mais pura Espanha, cuja dança forte sempre deixa sua marca no Bento em Dança, ao som do violão flamenco, da percussão e das castanholas, acompanhadas pelo inconfundível canto.

O espetáculo de abertura do Festival encerrou com as chamadas Danças Sociais, que levantaram o público, com a apresentação da Companhia de Dança Street Evolution, de Indaiatuba (SP). Mesclando as mais diversas vertentes da Dança de Rua, o grupo formado por 15 integrantes é dirigido pelo coreógrafo Ralph William, e trouxe uma sensualidade rítmica que agitou os presentes.

Finalizando a noite, os bailarinos e bailarinas, diretores e coreógrafos dos espetáculos apresentados retornaram ao palco num momento de reconhecimento e valorização destes que constroem um mundo cada vez melhor através da cultura, perpetuando a arte da dança.

A coordenadora do evento, Erci Grapiglia, agradeceu a participação de todos que a cada ano comparecem à cidade para fazer do Bento em Dança um dos mais belos espetáculos do Rio Grande do Sul. O prefeito Alcindo Gabrieli que participou da abertura do evento disse, "neste período o Bento em Dança é a capital gaúcha da Dança e agradeceu a participação".

O grande salão da dança bento-gonçalvense está aberto! Nele, inúmeras coreografias serão vistas, até o próximo sábado, 18, quando aproximadamente cinco mil participantes inscritos no evento mostrarão ao público os mais diversos passos da dança.

O Bento em Dança tem início no dia 10 de outubro e se estende até 18 de outubro de 2008, no Parque da Fenavinho. Importante salientar que a entrada que dá acesso aos Pavilhões da Fenavinho é gratuita, porém para assistir ao espetáculo da noite de abertura o ingresso será de R$ 10,00 e nas noites de concurso e noite de encerramento o ingresso custará R$ 8,00. Melhor idade, crianças e estudantes pagam meio ingresso.

Serviço:

Bento em Dança 2008

www.bento-em-danca.com.br

Local: Pavilhão E da Fenavinho – Bento Gonçalves

Telefone: 54.3455.6721

Período: 10 a 18 de outubro de 2008

Mercatus Imprensa e Eventos
Rozangela Allves

54- 3286.0621

www.mercatuscomunicacao.com.br

roallves@mercatuscomunicacao.com.br

Dia aberto aos visitantes no Centro Budista de Três Coroas Perguntas & respostas e sessões de meditação

Evento Gratuito
25 de outubro

No dia 25 de outubro, sábado, os professores do Khadro Ling se
alegrarão em receber visitantes interessados em aprender um pouco mais
sobre o budismo e meditação. Os ensinamentos serão no templo principal
do Khadro Ling e todos serão bem-vindos, independentemente do seu grau
de conhecimento do budismo.

Não haverá custos para participar dos ensinamentos. Não há restaurante
no centro budista, portanto, se você quiser participar das atividades
pela manhã e à tarde, programe-se para almoçar nas cidades vizinhas.

Programação
Manhã (9 às 11h): "Perguntas & Respostas", com Chagdud Khadro
Tarde (14h30 às 16h30): ensinamentos introdutórios sobre meditação com
Lama Sherab Drolma

Esperamos você aqui!
Mais informações: (51) 3546-8232
Rozangela Allves – 54-3286-0621
roallves@mercatuscomunicacao.com.br
MSN – roallves@hotmail.com
www.mercatuscomunicacao.com.br

terça-feira, 7 de outubro de 2008

CAMPESTRE DO TIGRE

SAIBA UM POUCO SOBRE NOSSA CIDADE

O nome Campestre do Tigre uma localidade de Gramado RS - Brasil.
Nesta foto inédita está o Sr. Francisco Lorenzoni e um amigo, o Sr. Cristófolli da Linha Quilombo,
no campestre, onde foi caçado este animal, nos idos tempos de 1930.
Curiosidade: (1) - Devido á esta caçada, foi dado o nome da localidade de Campestre do Tigre.
Curiosidade: (2) - O animal caçado segundo conhecedores é uma onça e não um tigre, mas prevaleceu a primeira suposição.

Esta foto foi gentilmente cedida por Francisco Lorenzoni Neto ( Xiko )

Fonte da pesquisa: Carlos Gilberto Drecksler.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Mauricio Cavichion faz parte do corpo de jurados do Prêmio Caio


Tribeca Eventos e Tribeca Turismo no mercado desde1998, já possui em seu portfólio a realização de uma centena de eventos.

O Diretor da Tribeca Eventos, Mauricio Cavichion integra ao corpo de jurados que vai escolher o que melhor existe no Brasil no segmento de eventos. O considerado “Oscar dos Eventos” vai acontecer em 3 e 5 de dezembro no Palácio das Convenções Anhembi, em São Paulo. Pelo segundo ano consecutivo, o empresário gaúcho Maurício Cavichion, integra ao corpo de jurados que tem a difícil incumbência de examinar os participantes que são escolhidos previamente pela banca especial de examinadores. Segundo o presidente do Conselho de Jurados da premiação, Paulo Gaudenzi para chegar aos nomes dos jurados obedece-se a critérios rígidos de seleção, com o intuito de formar um time inquestionável, quanto à expertise e renome no segmento. O grupo dos mais gabaritados profissionais no setor com bagagem em conhecimento técnico e teórico sobre o mundo dos eventos deve atingir este ano número superior a 200. A idéia é buscar na diversidade das formações acadêmicas e experiências profissionais a garantia da premiação justa.
Histórico
O "Oscar dos Eventos" foi criado em 1999, com o objetivo de incentivar, reconhecer e valorizar o trabalho de empresas e profissionais da Indústria Brasileira de Eventos, proporcionando reconhecimento em seu segmento e na mídia. A 9ª edição do Prêmio Caio, considerado o ‘Oscar dos Eventos’ e a mais tradicional premiação do setor no país, volta a receber apoio oficial da Semana Nacional dos Eventos, patrocinada pelo Ministério do Turismo. Trata-se de uma ação de marketing cooperado, que reúne os mais importantes eventos da Indústria, resultando em sinergia e fortalecimento dos laços institucionais das instituições parceiras.
Missão
Sinônimo de qualidade, o Prêmio Caio® é a única premiação no setor, o que faz com que sua importância seja ainda maior. O Prêmio Caio® tem como missão promover, difundir e aprimorar a utilização de uma das mais modernas e eficazes ferramentas de marketing à disposição das empresas: a promoção comercial, o marketing promocional, o turismo de negócios e os eventos, elegendo as melhores empresas, profissionais e empreendimentos destes setores no país. Além disso, o Prêmio Caio® também objetiva: resgatar a memória e preservar a cultura do setor; estimular a atividade como um todo; realizar um grande encontro entre todos os envolvidos com o setor no país; promover a cidade-sede onde é realizada a premiação, seus locais e seus equipamentos para eventos.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

25 DE SETEMBRO O DIA DO RÁDIO

A nossa Gramadoradiofloresta, participa hoje, de sua primeira festa alusiva ao Dia do Rádio. Tem a natural timidez das novatas desfilando entre figurões e, igualmente, o conforto de quem sabe da seriedade de sua participação em tão distinta confraria.

Os confrades mais antigos, certamente não lhe negarão afeto e boa sorte, igual ao que receberam quando estiveram em seu lugar nos tempos de Roquete Pinto. Vai, desde logo, recorrer a companhia da Rádio Clube de Canela, que tanto reluz desde a época da brilhantina e que de priscas datas vem juntando gente em torno de um aparelho de válvulas ou de ouvintes que preferem ficar a sós com ela e seu aparelho de telefone celular. Embora de raça diferente, a nova tem toda a confiança de ser aceita e acalentada pela antiga.

A Rádio Floresta de hoje apresenta-se como sinal de dias contemporâneos, não cogitando ambição por multidões de ouvintes, mas atenções esparsas através do mundo inteiro. Ela é o mais direto caminho atualmente existente entre Gramado e qualquer parte do planeta.

Nessa primeira festa do rádio a que é convidada, procurará não ficar sozinha nem descuidar das conversas alheias, para não deixar de aprender nem cair na nostalgia. É que traz consigo a simplicidade de admitir que pouco sabe e que há enormes dificuldades para encontrar o caminho da qualidade, com teor essencialmente gramadense. A saudade da outra Rádio Floresta e do Antônio Gonçalves, terão que ser cultivadas em outro momento, para que lágrimas não pinguem na taça de champanha.

Terminadas as festividades, voltará revigorada pela responsabilidade de ser a segunda tentativa de gramadenses fazerem rádio. É que por alguma razão misteriosa, nunca em Gramado a atividade radiofônica surgiu como opção empresarial, o que nos levou a receber de bom grado especialistas alienígenas.

A rádio do Antônio foi uma aventura romântica e a de seu filho é um procedimento formal e definitivo. Esses dois fatos têm elevado componente de honra e a Gramadoradiofloresta não se afastará da história vivida por um, nem do futuro projetado pela outra.

Aos que nos acompanham, agradecemos por nos terem posto de pé e feito caminhadores seguros e confiantes. E sintam-se convidados especiais e permanentes, para a nossa comemoração fraternal de todos os dias.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Saiba um pouco sobre a Bossa Nova

A bossa nova é um movimento da música popular brasileira surgido no final da década de 1950 e início da de 1960. De início, o termo era apenas relativo a um novo modo de cantar e tocar samba naquela época. Anos depois, Bossa Nova se tornaria um dos gêneros musicais brasileiros mais conhecidos em todo o mundo, especialmente associado a João Gilberto, Vinicius de Moraes, Antonio Carlos Jobim e Luiz Bonfá.
A palavra bossa apareceu pela primeira vez na década de 1930, em Coisas Nossas, samba do popular cantor Noel Rosa: O samba, a prontidão/e outras bossas,/são nossas coisas(...). A expressão bossa nova passou a ser utilizada também na década seguinte para aqueles sambas de breque, baseado no talento de improvisar paradas súbitas durante a música para encaixar falas.
Alguns críticos musicais destacam a grande influência que a cultura estadosunidense do Pós-Guerra combinada ao impressionismo erudito, de Debussy e Ravel, teve na bossa nova, especialmente do jazz. Além disso, havia um fundamental inconformismo com o formato musical de época.
Um embrião do movimento, já na década de 1950, eram as reuniões casuais, frutos de encontros de um grupo de músicos da classe média carioca em apartamentos da zona sul, como o de Nara Leão, na Avenida Atlântica, em Copacabana. Nestes encontros, cada vez mais freqüentes, a partir de 1957, um grupo se reunia para fazer e ouvir música. Dentre os participantes estavam novos compositores da música brasileira, como Billy Blanco, Carlos Lyra, Roberto Menescal e Sérgio Ricardo, entre outros. O grupo foi aumentando, abraçando também Chico Feitosa, João Gilberto, Luiz Carlos Vinhas, Ronaldo Bôscoli, entre outros.
Primeiro movimento musical brasileiro egresso das faculdades, já que os primeiros concertos foram realizados em âmbito universitário, pouco a pouco aquilo que se tornaria a bossa nova foi ocupando bares do circuito de Copacabana, no chamado Beco das Garrafas.
No final de 1957, numa destas apresentações, no Colégio Israelita-Brasileiro, teria havido a idéia de chamar o novo gênero - então apenas denominado de samba sessions, numa alusão à fusão entre samba e jazz - , através de um recado escrito num quadro-negro, provavelmente escrito por uma secretária do colégio, chamando as pessoas para uma apresentação de samba-sessions por uma turma "bossa-nova". No evento participaram Carlos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Sylvia Telles, Roberto Menescal e Luiz Eça, onde foram anunciados como "(...)grupo bossa nova apresentando sambas modernos".

Grandes nomes
* Alaíde Costa * Elizeth Cardoso
* Antonio Carlos Jobim * Jonhnny Alf
* Astrud Gilberto * João Donato
* Baden Powell * João Gilberto
* Carlos Lyra * Luís Bonfá
* Claudette Soares * Luiz Eça
* Danilo Caymmi * Marcos Valle
* Maysa * Ronaldo Bôscoli
* Miúcha * Sergio Mendes
* Nara Leão * Sylvia Telles
* Newton Mendonça * Stan Getz
* Os Cariocas * Toquinho
* Oscar Castro Neves * Vinicius de Moraes
* Roberto Menescal * Zimbo trio

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre




Nós éramos um grupo de jovens que procurava uma identidade musical, pois o que se tocava no Brasil no final dos anos 60, apesar de ser uma música bonita, bem feita, não era em absoluto uma realidade de uma geração mais solta, mais alegre, mais ligada à natureza do que a geração anterior que curtia a noite, as boates, os amores sofridos e cuja música refletia essas situações de seu dia-a-dia.
Ouvíamos e tocávamos sambas-canções que diziam: "Sei que falam de mim, sei que zombam de mim, ó Deus, como sou infeliz", ou "Se eu morresse amanhã de manhã, não faria falta a ninguém", ou "Garçom apague essa luz que eu quero ficar sozinho, garçom me deixe comigo que a mágoa que eu tenho é só minha".
Imaginem nós, com 20 anos de idade, cantando todo esse sofrimento!
Passamos então a criar um outro universo mais leve e mais otimista na maioria das vezes, como: "Era uma vez um lobo mau que resolveu jantar alguém", ou "Se todos fossem iguais a você, que maravilha viver", ou "Dia de luz, festa de sol, e um barquinho a deslizar no macio azul do mar". Todas essas mensagens vinham acompanhadas de uma música que era uma fusão de tudo que ouvíamos, como samba-canção, samba, bolero, jazz e muito musical norte-americano que passava sempre nos cinemas Metro. Essa fusão de melodias e harmonias veio embalada por uma batida que ficou famosa como "a batida da Bossa Nova" que todo mundo queria aprender, aliás, todo "O Mundo".
Nossa música, que sofreu essas influências que enumerei, viria, pouco mais tarde, a influenciar compositores, músicos e arranjadores do mundo inteiro.
Para mim, música é isso, uma coisa em eterna transformação, mutante e recebendo influências (boas) de todos os lados, pois se ela tentar se manter totalmente fiel às suas origens, tenderá a se extingüir, dando lugar a outras formas. A Bossa Nova está aí há 50 anos com sua forte personalidade, mas com novas harmonias, melodias mais arrojadas, e até a célebre batida da Bossa Nova hoje tem uma série de variações.
Poucos anos atrás, ou seja, no final do século passado, na Europa e Japão, principalmente, começou um movimento de uma música mais dançante, ligado à Bossa Nova, fazendo uma fusão com a música eletrônica e DJs. Com isto, compositores vários da Bossa, como Joyce, Marcos Valle, Jobim, etc., tiveram suas músicas regravadas e lançadas nessa nova onda, fazendo com que milhões de jovens saíssem dançando e cantando canções compostas há mais de 40 anos, como se fossem feitas para eles hoje em dia. Claro que tem muita coisa ruim sendo feita para aproveitar essa "onda", mas também tem muita coisa legal.
Bebel Gilberto, filha de Miúcha e João Gilberto, fez sucesso mundial com sua Nova Bossa, Marcos Valle e Joyce têm feito shows pelo mundo inteiro com suas Bossas revalorizadas, eu mesmo participei de algumas viagens com o grupo Bossa Cuca Nova fazendo shows em festivais com público de mais de 200 mil pessoas, coisa que a Bossa Nova tradicional nunca poderia ter alcançando com a intimidade de sua música.
Hoje podemos ter uma convivência pacífica entre a Bossa tradicional e a atual e acho isso super benéfico para as duas formas.
Não tínhamos a menor noção de que nossa música, nascida no final dos anos de 1950, continuasse com o vigor que tem hoje, 50 anos depois...
E se a deixarmos caminhar por aí se juntando às boas coisas que forem aparecendo, garanto que ela chegará a mais 50 anos. Quem sabe a gente ainda verá isso acontecer

Nota do Editor
Texto gentilmente cedido pelo autor, originalmente publicado no Livro-agenda 2008 ― 50 anos de Bossa Nova.
Roberto Menescal
Rio de Janeiro, 24/12/2007
Fonte : www.digestivocultural.com



Aqui na Gramado Rádio Floresta das 20 as 22 hs você
pode conferir um pouco deste estado de espírito que eu chamo de Bossa Nova.

Marco Antero

terça-feira, 29 de julho de 2008

A Polenta de todos os sabores




A polenta de todos os sabores
Olhar para o passado, em alguns momentos é bastante interessante. É na realidade uma evocação que passa pelos estágios da memória ou da lembrança. Sou um “catador/coletor” de objetos, mas longe de ser chamado de colecionador. Tenho de tudo, regador de folha (zinco) com mais de 80 anos, lamparinas e lampiões, xícaras, pratos, facas, garfos, ... a lista é grande. Por onde passo, observo o ambiente e vejo se há possibilidade de pedir ou trocar por algo mais útil para o possível doador. Chego em casa, limpo, e penduro em algum lugar. Mas isso é o menos importante de todo o processo. Recentemente ganhei uma panela de polenta, daquelas que você retira as argolas do fogão à lenha. Levei uns dois dias para retirar as camadas que o tempo se encarregou de empilhar e lá está ela; bonita, robusta, com um brilho real e um brilho subliminar ainda maior. Para nós com pelo menos 50 anos e tivemos o prazer de conhecer a senhora Irma Perini Zanatta, mulher que nos deixou cedo demais. Seu tempero ainda permeia as narinas e o palato. Para quem a viu em volta de um fogão, lembrar é bom demais. Doceira como poucas na cidade e seus pastéis, irreparáveis. Alegre e desenvolta, deve estar nos protegendo de algum lugar. Mas tem outra coisa importante nesta relação com o passado. Apesar de nossa história ser recente, é necessário ser catador/coletor. Isso não desmerece, e para aqueles que não tem esse “problemas genético” peço que não joguem nada fora. Guardem em algum lugar, verão que é extremamente gratificante. Acredito que isso agrega valores culturais e nos dá um pertencimento social diferenciado. Vendo aquela panela de polenta sobre o fogão penso nas mulheres que um dia fizeram esse trabalho tão nobre ao redor de um fogão que ardia da manhã a noite. Tem um fato que não presenciei mas vi o resultado; O Vasco Zanatta e sua esposa Jurema juntamente com a dona Irma Zanatta estiveram a frente do restaurante Tres Reis, isso lá pelos anos 60. Um dia, segundo relatos, foram despejar a polenta que seria servida e por descuido a Jurema deixou que algumas rebarbas da pasta caisse sobre sua mão. A dor deve ter sido horrível. Mas não desistiu, continuaram a servir polentas. Aquela panela também serve como instrumento material para ver o quanto as novas gerações precisam conhecer os instrumentos do passado. Meu filho Bruno, com 20 anos chegou em casa e, ao olhar para a panela perguntou: o que é isso aí? Fiquei feliz com a pergunta, acho que se a indagação não viesse, ficaria triste, muito triste. Respondi que era uma pnela de polenta, mostrei... enfim, ele entendeu a sua finalidade. Será que isso vai adiante? Pessolmente acho que depende dos pais mostrarem para os filhos. Ainda olhando para a panela, penso na dona Angelina Perini, matrona de uma familia de agricultores da Linha 28. Quando ainda era possível caçar passarinhos, ela era responsável, entre outras coisas, pela polenta. Meu Deus! como se comia bem. O paladar ainda é possível sentí-lo. Lembro ainda da inúmeras panelas de polenta que deixaram as cozinhas e foram servir de adorno com flores penduradas nos jardins. Que pena ver isso! O tempo não respeita nada e certamente já devem ter desaparecido. Mas lembro também que a panela da polenta era um objeto de respeito junto aos utensílios domésticos. Lembro que depois de ser retirada a pasta, comer a crosta que ficava era um prazer. Acredito que hoje isso não deve ser visto com bons olhos para quem (não) entende de alimentação. Mas era prazeroso sentir o “crocante da casca”. Apesar de torcer para que o homem encontre cada vez mais soluções éticas e tecnológicas que contribuirão para a facilidade da vida das pessoas, a panela da polenta e muitos ainda devem ter, apesar de não a utilizarem será um instrumento de saudades, de alegrias e de uma pitada de tristeza pela falta que muitas pessoas que sabiam fazer uma boa polenta. Na minha história de vida, a polenta terá sempre um lugar especial.
Agosto – Um mês de pessoas Especiais.
Passei a gostar do mês de agosto. Dois motivos me levaram a mudar de idéia: o primeiro motivo foi o nascimento de minha filha Luciana e o segundo, que descobri a pouco tempo foi de que no dia 17 é lembrado o dia de nascimento de uma pessoa também importante: Marisa Negrini Bertolucci. Acho que afora a família e eu, poucos sabem que foi essa pessoa. Mas aqueles que acessarem este site e lerem o que escrevo irão ter uma bela recordação. Marisa Bertolucci foi uma das minhas primeiras professoras ainda quando o Grupo Escolar Santos Dumont tinha como endereço a esquina das ruas Madre Verônica com Garibaldi, lembram? Pois bem. A Professora Marisa era de uma elegância não só física mas também intelectual. Sorriso nos lábios, cabelo sempre alinhado, discreta e se estava triste nunca demosntrou. A casa em que morou é aonde hoje se localiza a empresa Broilo Iluminações, ali na Borges de Medeiros. Se me lembro bem, ela lecionava na terceira série, naquela época se aprendia a tabuada do “três”, que coisa mais chata, nuca gostei da tabuada, bem vinda seja a calculadora. A Professora Marisa utilizava as frutas da época para nos ensinar. Lembro que o início da tabuada foi nesse de inverno. Levou uma sacola com bergamotas. Não há como esquecer: casa vez que vou comer uma que seja ela vem na lembrança. Que pessoa boa. Há poucos dias escutava um programa na televisão cujo tema era atos de humanidade. Assisti do início ao fim. Vi na voz da interlocutora a Professora Marisa. Naquela época o ano letivo era de aproximadamente 160 dias assim, no final de novembro já estávamos curtindo as férias. Era nesse período que a Professora Marisa me confiava seus dois filhos: a Eloísa e o Junico, duas “pestes” que não davam sossego. Junto com a Maria Inês Accorsi, que também leva de arrasto o Pedrinho e a Maria do Carmo, a Rosa Gale, o Jaco seu irmão, o Paulo Valério Correa e outros, subíamos o morro até o Gramado Tênis Clube. Pouco tempo depois chegava a a Professora, sempre elegante. Ao retornar, era certo que um lanche seria servido; suco de uva ou suco de laranja. Tudo era muito divertido. Esse prélipo durava até março quando o seu Hugo ( lembram dele? ) fechava a porta principal com uma corrente. Foi assim que convivi por muitos anos com a amizade e o carinho da Professora Marisa. Lembro que usávamos um guardapó branco com uma gravata azul-marinho, para as meninas a peça era um pouco mais comprida, até os joelhos. Numa das brincadeiras e no corre-corre antes da formação da fila para entrar no colégio, alguém, sem querer, puxou minha gravata e o nó se desfez. Naquele dia a Professora Marisa fazia a formação dos alunos para a entrada. Qual a minha aflição? Não poder entrar na Escola por conta da gravata. A Professora Marisa desceu os degraus, tirou do bolso uma joaninha e com todo o cuidado deu vida ao nó da gravata. Num sete de setembro, quando ainda era marcado direita/esquerda, fazia muito frio. Para acompanhar a trajetória do desfile, ela tirou um casaco grosso, desses que o frio exige, achei estranho e, despreocupado com a etiqueta, perguntei a ela a razão. Marisa respondeu: hoje somos todos iguais. Claro! Como é que uma Professora caminharia abrigada com seu casaco e seus alunos, apesar de relativamente agasalhados, não? Lá foram elas, todas as professoras com seus jalecos alvíssimos desfilando para a comunidade. Domingo, 27, fiz uma prova classificatória para o curso de Letras. O tema da redação era uma reflexão de uma estrofe do Hino Nacional ...Terra adorada... Pátria amada... Acreditem a Professora Marisa permeou minha escrita. Quanta dificuldade para entender a razão de termos que nos separar das pessoas que nos fazem ou que nos fizeram bem. Por que? Deixemos este tema para uma próxima oportunidade. Espero que o leitor tenha tido alguma experiência próxima com a Professora Marisa Negrini Bertolucci. Se não foi no aprendeizado da tabuada do “três”, fico mais contente, porque não fosse a sua habilidade como educadora... Por razões do destino, o Ricardo, seu neto, apesar de malandro, foi um dos alunos mais educados que tive... Quando descobri a origem dele, e isso levou algum tempo, refleti que em alguns pontos, os traços dos antepassados marcam definitivamente a personalidade das gerações futuras.

Por Gilnei Casagrande, especial para a radiofloresta...

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Eventos Culturais


Dança e Exposição esquentando o Inverno



Para comemorar o dia da Imigração Alemã, 25 de Julho, a ACG (Associação Cultural Gramado), que fica localizada na Casa da Juventude apresenta, nesta sexta-feira, a Abertura da Exposição de Telas da artista plástica Ariane Cerveira, às 20h. Logo na seqüência será apresentado o Espetáculo com o Grupo de Danças Folclóricas Alemãs Meine Freunde, às 20h30min com entrada gratuita. Para esta apresentação virão 16 pessoas, representando as categorias Adulto e Casais. O espetáculo terá duração de 45 minutos com Quadrilhas, Danças de Roda, Valsas e Polcas, representando o folclore de regiões do Norte e do Sul da Alemanha. A riqueza de detalhes dos trajes folclóricos, bem como a agilidade dos dançarinos são traços marcantes neste grupo.

Esta programação faz parte da programação cultural de 2008 (veja abaixo) que tem como intuito aproximar cada vez mais o público com a arte, aponta a diretora de projetos da ACG, Liana Rübenich.

Ariane do Canto Cerveira

Nasceu em São Francisco de Paula e mora, atualmente em Canela. Iniciou sua atividade artística participando de cursos de pintura em tecidos com a professora Nancy Brussius; a pintura em tela veio como aprimoramento dos conhecimentos da pintura em tecido, tendo realizado cursos de desenho com a artista plástica Ariadne Decker, de Novo Hamburgo.

Atualmente é presidente da Associação de Artesãos de Canela - Arte na Praça, mantenedora da Casa do Artesão de Canela.

Já participou de muitas exposições coletivas e realizou exposições individuais em Gramado, Canela, Porto Alegre, Igrejinha e Vila Rica (no Chile); com a obra "Pano Vermelho" recebeu o prêmio de Melhor Desenho no Concurso "Sesi descobrindo Talentos", edição 2007.

Trabalha no "Ateliê Ariane Cerveira", em Canela, na Avenida Dom Luiz Guanella, 907, onde ministra aulas de pintura em tela e tecido. www.arianecerveira.com

O Grupo de Danças Folclóricas Alemãs Meine Freunde

Este grupo desenvolve o trabalho de dança folclórica alemã em cinco categorias, conforme a faixa etária - Infantil, Infanto-Juvenil, Juvenil, Adulto e Casais; são 60 pessoas envolvidas (12 em cada categoria); eles se apresentam, principalmente, em eventos oficiais do município de Bom Princípio, bem como em escolas, creches, clubes, entre outros, além de participar de festas e encontros que cultivam a cultura alemã, principalmente no Vale do Caí. Todos os anos realizam uma viagem para outros estados, divulgando a Região e a cultura alemã. O Grupo é independente, mantido pelos próprios participantes, com o apoio da Prefeitura Municipal; existe há 16 anos, sendo coordenado pelo professor Helder John desde 2002. Helder realiza este trabalho desde os 18 anos, sendo uma das lideranças mais jovens na área cultural.

AGOSTO

Dia 12

20h - Cinema comentado

Dia 22

20h - Abertura de Exposição

20h30min - Espetáculo com Vocal SoElas

SETEMBRO

Dia 9

20h - Cinema Comentado

Dia 19

20h - Abertura Exposição

20h30min - Espetáculo de Teatro

OUTUBRO

Dia 10

16h - Espetáculo com Teatro de Bonecos para alunos da Escola de Educação Infantil 25 de Julho

20h - Abertura de exposição

20h30min - Espetáculo com Teatro de Bonecos

NOVEMBRO

Dia 14

20h - Abertura de Exposição

20h30min – Espetáculo Musical

Dia 18

20h - Cinema Comentado

Dezembro

Dia 05

20h - Abertura de Exposição

20h30 min - Espetáculo de Natal

A exposição pode ser visitada das 14h às 18h.

Todas as atividades (exposições, espetáculos e cinema,) têm entrada gratuita.

A programação pode sofrer alteração.

Serviço:

Local: Rua 25 de Julho, 833 – Bairro Planalto – As margens do Lago Negro

Contato: 54-3295-1542 – 3286-1811

E-mail: casadajuventude@via-rs.net - acgpatrimoniocultural@gmail.com

Mercatus Imprensa e Eventos
Rozangela Allves -

54- 3286.0621

www.mercatuscomunicacao.com.br

terça-feira, 22 de julho de 2008

Um pouco da história do Rádio

José Duarte

Loewe-Opta 537GW (1936)

Esta foto pertence à coleção particular de José Duarte


A PRIMEIRA EMISSORA DE RÁDIO BRASILEIRA

Edgard Roquete Pinto considerado "O pai do rádio brasileiro" e Henry Morize fundam em 20 de abril de 1923, a primeira rádio brasileira: Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.

Surge o termo/conceito rádio sociedade ou rádio clube, em que os ouvintes, associados contribuíam com mensalidades capazes de acorrer aos custos operacionais e de manutenção.

Era voltada a cultura sem fins comerciais.


A PRIMEIRA EMISSORA DE RÁDIO DE GRAMADO

No ano de 1962 entra no ar a primeira emissora de radio de Gramado: Radio Floresta

No ano de 1954 precisamente no dia 15 de dezembro, Gramado deixa de ser o 5º Distrito de Taquara e passa ser município.

Vejamos, oito anos após sua emancipação Gramado já tinha sua própria emissora de radio,o que até hoje é motivo de orgulho para nós gramadenses.

Marco Antero

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Gramado Rádio Floresta...


24h de música brasileira via Internet

A Rádio Floresta funcionou de 1962 a 1964. Depois de tantos anos desativada, sua existência tornou-se desconhecida das gerações posteriores à época. Resgatando a história do rádio em Gramado, da qual seu pai foi o pioneiro, Marco Antero resolveu colocar no ar a primeira web rádio de Gramado. A Gramado Rádio Floresta roda música brasileira 24h, garantindo a trilha sonora para quem navegar pelo resgate dessa história.

Música o dia inteiro
“Quem liga o rádio para ouvir música quer ouvir música”, diz Marco Antero. Partindo desse pressuposto, ele fala à GramadoSite.com o que pretende com a Gramado Rádio Floresta na Internet: proporcionar música a quem gosta de música. Além de não ter comerciais falados e as vinhetas interromperem a programação somente a cada, no mínimo, 15 minutos de música, Antero comenta que tem a preocupação de não repetir as canções no programa de um dia no mesmo horário do dia seguinte. “É uma proposta diferente das rádios convencionais”, argumenta.

MPB é o carro-chefe
Na programação da Gramado Rádio Floresta, só entra música brasileira. “O carro-chefe é a MPB”, avisa Antero. A Música Popular Brasileira está em destaque em dois programas: das 8h às 12h e das 14h às 18h. À noite, a MPB volta à programação, combinada com bossa nova e chorinho, das 20h às 22h. O ritmo que abre a manhã é o nativista, das 6h às 8h. O almoço é no embalo de música popular brasileira também, num som mais orquestrado, das 12h às 14h. O Armazém do Samba fica aberto das 18h às 20h. Na Gramado Rádio Floresta, a Noite é da Saudade, ao som de boemia e seresta, das 22h às 24h. A madrugada segue com MPB e uma mescla de tudo o que tocou no dia, da meia-noite às 6h.

Pedido de música on line
Para ouvir, basta acessar o
site da rádio, que contempla a programação completa do dia, além dos contatos para pedidos de música e sugestões. Pode ser por telefone, MSN e até Orkut. “Às vezes o pessoal entra no MSN pedindo música, a gente muda a programação e coloca para tocar o que o internauta deseja ouvir”, comenta Antero. Enquanto ouve a música, o internauta pode navegar pelo site para conferir relatos de pessoas que ajudaram a contar a história da Rádio Floresta dos anos 60.

Sem propaganda falada
É no site também que estão os “comerciais”. Antero propõe um modelo diferente de anunciar, em relação às rádios convencionais. “Internet é imagem, os apoiadores aparecem no site, nossa proposta é não interromper a programação musical com propaganda falada”, defende Antero, empenhado em manter viva a história que brotou do amor que seu pai tinha pela música.