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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Consuelo de Paula

A Gramado Rádio Floresta tem a agradável satisfação de apresentar em seu espaço cultural, o mais  recente trabalho de "Consuelo de Paula" essa espetacular cantora, compositora, poeta, diretora artística e produtora musical!
Consuelo de Paula lança ‘Negra’, seu primeiro DVD
Gravado ao vivo no Teatro Polytheama de Jundiaí, NEGRA revela novas nuances na trajetória musical de Consuelo de Paula. Expressa a pulsação, a alegria e a sensualidade sugeridas pela cor vermelha. Através da voz, Consuelo cria um espetáculo que sugere uma seqüência de quadros de um filme único e envolvente. O resultado é um trabalho sensorial, caloroso, que guarda a delicadeza já presente nas obras anteriores. Dão corpo e expressão a essa nova sonoridade os músicos Dante Ozzetti (violão), Zeca Assumpção (contrabaixo acústico), Heloísa Fernandes (piano), Sérgio Reze (bateria), Ari Colares (percussão), Fábio Tagliaferri (viola de arco) e Zezinho Pitoco (clarinete). E Elias Andreato, responsável pela direção cênica, criou um cenário e uma iluminação que favorecem a percepção dos contrastes e da força interpretativa de Consuelo.
“Eu sempre gostei de transparências e de contrastes”, diz Consuelo. E para traduzir em harmonia sua concepção artística, convidou Dante Ozzetti para a direção musical e arranjos. Dante respeitou a respiração de cada sílaba das canções e trouxe estruturas rítmicas de acompanhamento realizadas com notas soltas e acordes abertos que, combinados com o universo sonoro da artista, nos coloca diante de um novo som.
As composições são provocadas por trovas e cantigas populares que não determinam a canção, apenas oferecem o mote para levar a música para um lugar novo, insuspeito, surpreendente. O DVD NEGRA abre um novo ciclo e intensifica a relação da artista com seu lugar, e é a partir daí que Consuelo de Paula apresenta uma obra universal.
O DVD traz 17 faixas inéditas, 15 delas autorais e duas de outros autores: Piedra y Camino, de Atahualpa Yupanqui (uma referência a Mercedes Sosa, conhecida como La Negra), e Caicó (do cancioneiro popular), numa interpretação bem personalizada. Nessa obra, Consuelo de Paula amplia a parceria com músicos de diferentes regiões do país: Dante Ozzetti, Vicente Barreto, Luiz Salgado e Socorro Lira, além de Rubens Nogueira, seu parceiro mais constante. Com produção executiva da Artividade Projetos Culturais, o DVD foi gravado por Maurício Valim (diretor de imagem) e Alberto Ranellucci (engenheiro de som), e contém os extras produzidos por Soraya Costa: making of, minha história e slide show.
Negra, faixa a faixa
ESTANDARTE (Consuelo de Paula e Rubens Nogueira) – “Receba meu pedaço de pano bordado/ desenhei luares nunca vistos/ escrevi palavras nunca ditas...” a inspiração para esta canção veio da cantiga de roda “se esta rua fosse minha”. O arranjo já evidencia a linguagem musical do DVD e a letra de Consuelo destaca “o brilho do verso no olho do céu”.
BEM-ME-QUER (CP, RN e refrão de Luiz Salgado) – Em homenagem a Consuelo, Luiz Salgado compôs uma música, cujo refrão serviu de mote para Bem-me-quer. “Mande um galho de alecrim pra mim. Mande um cravo roxo e um jasmim.” E Consuelo devolve: “teu verso é de bem querer...”.
VESTIDO VERMELHO (CP e RN) – A terceira faixa é emblemática na obra. Celebra a maturidade de sua parceria com Rubens Nogueira – perfeito casamento entre letra e melodia – e revela a felicidade dos arranjos de Dante Ozzetti. O quadro de Ana Freitas, que serviu de cenário, ganha destaque na luz do diretor Elias Andreato. “Minha rainha negra.../ flor de maio.../ eu sempre quis tua presença...”
VISITA (CP e Dante Ozzetti) – Esta canção nasceu de uma forma diferente. Consuelo mostrou para Dante um ritmo no tambor e ele fez a melodia sobre essa base, devolvendo-a para que colocasse a letra. Visita expressa o encontro desses dois artistas. “Girassol passarinho/ vai marcando com flor o caminho...” Destaque para o clarinete de Zezinho Pitoco.
PRESENÇA (CP e RN) – “Eu te esperei sobre a terra/ sobre o chão vermelho...” Consuelo fez esta composição após a leitura dos versos de Cecília Meireles: “Mas a alma é de asas velozes/ e o mundo é lento”. O solo de contrabaixo de Zeca Assumpção faz a introdução de Presença e a interpretação de Consuelo faz contraponto com o tambor falante de Sérgio Reze.
ÁGUA DOCE NO MAR (CP e Socorro Lira) – Durante o processo de criação do NEGRA, Consuelo provocou artistas de várias regiões do país. Água doce no mar é um resultado bem sucedido desses desafios. Aqui o destaque fica por conta da viola de arco de Fábio Tagliaferri.
REENCONTRO (Maria e José) (CP e RN) – Novamente uma cantiga de roda (“o cravo brigou com a rosa...”) oferece o motivo. “Estrada de rosa lilás/ meu amor em pétalas/ minha vida sozinha...” Esta faixa encerra a primeira parte do espetáculo. É uma canção que traz simbologias das festas da cidade natal de Consuelo.
FOLIAS / FITAS / Canto dos Moçambiqueiros de Pratápolis (Lourenço Baeta e Xico Chaves / CP e Luiz Gonzaga de Paula) – Esse tema está presente no CD de estréia de Consuelo, Samba, Seresta e Baião. Aqui reaparece como faixa instrumental.
PIEDRA Y CAMINO (Atahualpa Yupanqui) – Essa música faz parte do repertório de Mercedes Sosa (La Negra). Faixa representativa da relação entre o ritmo mineiro de Consuelo (um modo particular de respirar o 6x8) e a música latina. Em seu recente livro A poesia dos descuidos, Consuelo escreve: “alga desenhada sobre meu corpo/ nossos passos estão lentos/ Mercedes e sua voz negra/ tom esverdeado sobre a América do Sul/ Consuelo e seu canhão de flor/ o tempo pesa”.
VIDA (CP e RN) – Em dezembro de 2010, Consuelo foi recebida pelo terno de São Benedito, na cidade de Itamogi-MG. O canto desses moçambiqueiros (olerê) encerra a faixa Vida. Destaque para a percussão e vocal de Ari Colares.
PEDRA CORAL (CP e RN) – “Meu verso passeia pela estrada forrada de folhas...” Um dos pontos altos da comunicação de Consuelo com os músicos e da dinâmica musical presentes neste DVD. Destaque para o solo do piano de Heloísa Fernandes.
OITO PONTAS (CP e RN) – Na voz e nos gestos de Consuelo, nos movimentos do arranjo e na execução dos músicos sobrepõem-se os sentimentos dessa canção; em meio a silêncios e pausas experimenta-se a força rítmica: “capoeira, o teu amor eu quis/ beira-mar, paisagem que eu te fiz...”
CIRANDA DE ANOITECER (CP e RN) – Nesta faixa Consuelo faz renascer os versos do refrão de Bem-me-quer sobre outra melodia, potencializando as características que atravessam o NEGRA. Aqui o mote está na própria obra: “Eu canto por te querer/ eu danço pra te contar/ da flor que eu tento escrever/ do amor que eu posso dar/ um rio pra navegar/ maria corre pra ver/ o dia já vai morrer/ o sol foi pra outro lugar/ mande um galho de alecrim pra mim/ mande um cravo roxo e um jasmim”.
O SERENO E O SABIÁ (CP) – Esta canção tem letra e música de Consuelo e foi feita a partir das lembranças de menina da artista, que ouvia seu pai (Luiz Gonzaga de Paula) improvisar durante os desafios mineiros. No final da faixa Consuelo fala um desses versos de seu pai e abre para todos os músicos improvisarem. “...a voz que guarda minha aldeia/ vai deixando amanhecer/... deixa amanhecer/ deixa amanhecer meu sinhô...”
PÁSSARO LUNAR (CP e Luiz Salgado) – Esta faixa anuncia a despedida – “sobre a pétala da manhã/ vá-se embora devagar...”. No DVD as imagens desta canção ajudam a tornar ainda mais pictórica a alma deste trabalho.
CANÇÃO RENDADA (CP e Vicente Barreto) – “flor bordada infinita/ desenhada em minha mão...” Novamente um bordado, agora para encerrar a obra. Outra parceria bem realizada, inspirada na cantiga popular “mulher rendeira”: “sou a mulher rendeira/ a fruta vermelha desse baião/ o sol que vai nascer/ no fim dessa canção”.
CAICÓ (do cancioneiro popular) – Consuelo de Paula faz uma interpretação pessoal e emocionada desta cantiga; a partir do ritmo marcado por ela em seu violão os músicos vão se aproximando até construírem uma massa sonora única. “... vá chamar berenice e lia/ o chocalho do pajé tem mares/ vai percorrer distâncias/ meu capitão dança/ meu coração bate junto/ ele é baqueta no tambor/ eu sou suspiro na flor/ e a festa acontece com tudo isso ao mesmo tempo.”(versos de Consuelo de Paula, A poesia dos descuidos).

DVD NEGRA: Preço médio: R$ 39,00; Distribuição: Tratore.
Mais informações: www.consuelodepaula.com.br

DISCOGRAFIA: Samba, Seresta e Baião (1998), Tambor e Flor (2002) e Dança das Rosas (2004). Patchwork (2008), coletânea lançada no Japão.
LIVRO: A Poesia dos Descuidos, Consuelo de Paula e Lúcia Arrais Morales, Cultura Acadêmica

Algumas frases da crítica especializada sobre Consuelo de Paula

 "Só algo inexplicável, que sobrevoe acima de nossas antenas e cabos, poderia produzir tamanha música", Julinho Bittencourt, Revista Fórum.
“Consuelo canta com a autoridade de quem filtra e purifica a música. O resultado é um som sem contaminação, algo como o nascedouro da tradição e da modernidade, tudo ao mesmo tempo. Quando ela canta parece colher as melodias de um prado, sem esforço, de uma maneira natural”, Luís Antônio Giron, Radio Cultura.
"Um dos mais consistentes trabalhos independentes dos últimos anos", Kiko Ferreira, O Estado de Minas.
"Voz das mais consistentes da música brasileira contemporânea", Mauro Dias, O Estado de São Paulo.
“Consuelo de Paula tem muito a preservar: afinada, delicada, emocionante”, Lauro Lisboa Garcia, O Estado de São Paulo.
"Con una entonación perfecta, la mineira Consuelo de Paula desplegó una seductora sencillez..., Clarín, Buenos Aires.
"Consuelo de Paula produziu três discos sublimes, artista de muito talento: quem ainda não ouviu, não sabe o que está perdendo, e quem conhece, não esquecerá jamais",  Jáder Rezende, Jornal Hoje em Dia.
"Tornou-se uma das mais cultuadas intérpretes da música surgida em São Paulo na década passada, Mauro Dias, texto para o Prata da Casa, SESC Pompéia.
"Consuelo de Paula: uma das mais belas vozes brasileiras, Luís Nassif, Folha de São Paulo.
"Estrela das mais cintilantes na constelação de cantoras contemporâneas. O conceito de excelência em seus trabalhos, coloca Consuelo num lugar privilegiado dentro da história da música brasileira. O Brasil merece Consuelo de Paula! Sérgio Fogaça, Página da Música.
“Falar de Consuelo de Paula é falar da essência da música em  total plenitude”, Zarife Fadul, Jornal do Sudoeste.
"A alegria move o trabalho de Consuelo de Paula, Mauro Dias, O Estado de São Paulo.
"Mineira radicada em São Paulo, Consuelo de Paula vem construindo uma carreira das mais consistentes e respeitáveis. Dona de voz delicada, agradável e afinada, pauta-se pela beleza e harmonia. Dança das rosas é primoroso.", Lauro Lisboa Garcia, O Estado de São Paulo.
"Dança das rosas reafirma a personalidade e o talento de Consuelo de Paula, dona de uma carreira equilibrada e bem orientada", Kiko Ferreira, O Estado de Minas.
"Em dança das rosas predomina a voz poética de Consuelo de Paula", Giron, Revista Época.
"Dança das rosas: a síntese da beleza", Toninho Spessoto, Jornal Movimento
"Dança das Rosas, disco requintado que traz a voz impecável de Consuelo de Paula", Diário de Pernambuco.
"Dança das Rosas, disco traz letras inspiradas de Consuelo de Paula, José Prado Netto, Jornal do Sul de Minas.
"Consuelo de Paula, ótima cantora, bom gosto na escolha do repertório, compositora talentosa que faz MPB de excelente qualidade, Daniel Barbosa, O Tempo
"Sua voz, de tão cristalina, doce e suave, lembra pingos de orvalho afagando a flor em néctar numa alvorada de primavera", José Alexandre Saraiva, Gazeta do Povo.
 "Um jardim sonoro, cheio de harmonia", Jorge Alexandre Araújo, Correio.
"O amarelo infinito das rosas de Consuelo de Paula", Ricardo Santhiago, MPB Hoje.
"Coração latino-americano",  Carlota Cafiero, Correio Popular.
"É uma artista de sucesso e referência. O lançamento de tambor e flor, um grande acontecimento, reafirma a integridade artística da grande intérprete e dá mais um passo em direção à excelência", Mauro Dias, O Estado de São Paulo.
"Consuelo de Paula confirma talento em seu tambor e flor... Um disco que surge, desde já, como um dos melhores do ano", Kiko Ferreira, O Estado de Minas.
"O título preciso simboliza o ritmo e a delicadeza que movem a arte desta cantora mineira de voz serena, canto emocionante e gosto apurado", Lauro Garcia Lisboa, Revista Época.
"É pedra lapidada o segundo lançamento de Consuelo de Paula... O mais é a poesia e a delicadeza da moça de Minas", Pedro Köhler, Revista Bravo.
"Álbum de uma cantora ímpar... Dá seqüência, de forma magnífica, ao primeiro 'samba, seresta e baião' ", Milton Luiz, O Tempo.
"Uma viagem sem limites, a que a cantora nos convida e desafia, antes de nos perdermos de vez", Julinho Bittencourt, A Tribuna de Santos.
"A voz doce e de belo timbre de Consuelo de Paula é perfeita para as canções reunidas neste seu segundo álbum", Luciano Ribeiro, Jornal do Brasil.
"Canções interpretadas de maneira delicada", Maurício Kubrusly, Revista Chiques e Famosos.
"A cantora e compositora mineira lança seu segundo álbum, em que desfia interpretações de tom cândido e repertório recolhido de saberes populares", Pedro Alexandre Sanches, Folha de São Paulo.
"Depois de seduzir corações com seu belíssimo disco de estréia, Consuelo lança tambor e flor, um delicado trabalho de voz, violão e percussão", Jáder Rezende, Jornal Hoje em Dia.
"Um impressionante universo de riqueza melódica. Consuelo de Paula desenvolve um trabalho único", Toninho Spessoto, Jornal Movimento
"...Como uma chuva caindo no chão de terra e exalando a memória do tempo, do vento, o cheiro de Deus", Eduardo Dias, Correio Paulist
"Consuelo de Paula, cantora e compositora, produziu sozinha um dos mais bonitos discos de toda história da música brasileira: samba,seresta e baião, Tárik de Souza e Mauro Dias, Revista Vogue.
"Voz incomum e repertório bem escolhido", Pedro Köhler, Revista Bravo
"Uma verdadeira revelação", Carlos Calado, Folha de São Paulo.
"Consuelo de Paula faz leitura popular", Sylvia Colombo, Folha de São Paulo.
"Consuelo de Paula leva ao palco cultura popular do país", Janaína Rocha, O Estado de São Paulo.
"A voz afinada de Consuelo de Paula", Adriana Giachini,  Correio Popular de Campinas
"Boa pesquisa, boa música": João Paulo, Estado de Minas.
"Consuelo é uma artista de personalidade marcante", Jornal do Sudoeste.
"Consuelo expõe com clareza a consciência do seu canto", Keulhy Vianney, Folha da manhã, Passos.
"O Brasil no som de Consuelo de Paula", Jornal do Commercio.
"Cultura popular é revista em cd", Correio do Povo, Porto Alegre.
"A suavidade da voz vinda de Minas", Zeca Corrêa Leite, Folha do Paraná.
"Uma mineira com sotaque universal, voz suave e elegante repertório, Rodrigo Browne, Gazeta do Povo.
"A nova voz das Geraes", Lena Frias, Jornal do Brasil.
"Consuelo de Paula é a melhor e mais recente novidade produzida pela MPB", Revista Isto É Gente, Aluízio Falcão.

Em um mundo cada vez mais virtual, midiático e fetichista, o trabalho da mineira Consuelo de Paula se destacou na passagem do século 20 para o século 21, por         contrariar tudo o que a aldeia global da época valorizava. Onde queriam eletrônica e acoplagens de gêneros e registros cada vez mais violentas, ela veio com a pureza das fontes tradicionais; onde exigiam o “ripe” das celebridades, ela se despiu de qualquer enfeite ou retórica; e onde queriam agressividade, ela jogou flores no tambor. No lugar da matéria, a intuição e o espírito. Este programa faz um retrato e conta a trajetória de um talento maior da canção popular, da canção regional que se apresenta como universal.Para Consuelo de Paula a canção foi uma busca lenta e longa que se iniciou na infância como ouvinte e prosseguiu com o estudo do canto e da interpretação e se realizou plenamente e se perfez na composição. Foi uma busca de aperfeiçoamento, busca que a elevou a condição de cantora de referência de um sonho de pureza da nossa música. Consuelo canta com a autoridade de quem filtra e purifica a música. O resultado é um som sem contaminação, algo como o nascedouro da tradição e da modernidade, tudo ao mesmo tempo. Quando ela canta parece colher as melodias de um prado, sem esforço, de uma maneira natural. A pureza, é claro, é um mito, já dizia o Helio Oiticica. A Consuelo de Paula não é uma cantora pura, não tem a voz pura, mas eu diria purificada. Mas, é claro que não é nada disso porque o trabalho de Consuelo é o trabalho de uma artífice da canção, é o resultado de uma elaboração profunda. 
Textos de abertura e finalização do Especial da Radio Cultura sobre Consuelo de Paula:
A Voz Popular, um programa de Luís Antônio Giron.

Mineira ali de perto da nascente do São Francisco, Consuelo de Paula traz impregnados na composição e na voz a tensão e os horizontes largos de sua origem, combinando o sotaque primal aos gêneros - todos parentes - que somados, definem o que é, afinal, a canção popular brasileira. 
Mauro Dias, para a Mostra Prata da Casa - Dez Anos - SESC Pompéia –

"Uma viagem sem limites, a que a cantora nos convida e desafia, antes de nos perdermos de vez", Julinho Bittencourt, A Tribuna de Santos.
" o ritmo e a delicadeza  movem a arte desta cantora mineira de voz serena, canto emocionante e gosto apurado", Lauro Garcia Lisboa, Revista Época.
"Só algo inexplicável, que sobrevoe acima de nossas antenas e cabos, poderia produzir tamanha música", Julinho Bittencourt, Revista Fórum.







Um comentário:

Anônimo disse...

Marco Antero: grande abraço! Viva a Gramado Rádio Floresta!!!Abração, Consuelo de Paula. Obrigada!